Porque perde a visão exatamente onde mais precisa dela.
O que ninguém lhe explica sobre a visão em estrada: o problema não está na sua velocidade nem no terreno.
Conhece esse momento.
Vai a descer a bom ritmo, o trilho é seu, os braços relaxados, os pés firmes nos pedais, o corpo a fluir com cada curva.
E de repente: o bosque. Em décimos de segundo, passa de luz aberta para sombra densa. Os seus óculos escuros não ajudam, na verdade, pioram ativamente a situação.
Durante um par de segundos que parecem dez, o caminho à sua frente é quase um borrão.
Trava. Ou aperta as mãos sem querer. Ou simplesmente continua e reza.
Mas a causa real não é a inclinação nem a velocidade.
São os óculos.

O que acontece no seu olho em 20 segundos
O olho humano não muda de registo de luz instantaneamente.
Passar de plena exposição solar para sombra intensa pode levar entre 3 e 8 segundos de adaptação real apenas com os olhos, e com uma lente escura fixa, esse tempo dispara para 20 segundos de visão comprometida.
Os investigadores de visão desportiva chamam-lhe o Efeito Túnel de Bosque. A 25 km/h, o encandeamento acrescenta-lhe 0,16 segundos antes de o seu cérebro processar o que está à frente. Parece pouco, até ver a raiz que não viu.
E o problema não é só a sombra: o brilho também mata a visão. Sair de um túnel para o sol direto, atravessar um colo com o sol de frente, descer para o vale com o asfalto molhado a refletir a luz, em todos esses momentos uma lente que não se adapta deixa-o cego durante os segundos em que menos pode dar-se ao luxo de estar.
As quatro soluções que já experimentou — e porque nenhuma funciona em estrada
A maioria dos ciclistas tem tentado resolver isto há anos com uma destas quatro opções. Nenhuma é a solução.
Se chegou à quarta opção, sabe que o problema é real e que nenhuma solução convencional o resolve bem.
Porque é que os fotocromáticos baratos o desiludiram
Provavelmente já pensou nos fotocromáticos, talvez já os tenha experimentado, e a experiência não foi o que esperava. Essa desilusão tem uma causa muito concreta.
As versões de baixo custo (20-35€) demoram entre 30 e 90 segundos a adaptar-se. No ciclismo, 60 segundos é uma eternidade: entra no bosque, demora 20 segundos a percorrê-lo, e quando a lente finalmente está pronta já está de volta ao sol.
"Em pleno sol, como se não as tivesse a usar."
"20 minutos sob sol radiante e tive de as tirar."
Existem fotocromáticos que fazem a transição em menos de 20 segundos. Os ciclistas que os usam descrevem-nos com uma frase que se repete com notável consistência:

"O fotocromático é tão progressivo na regulação que nem se nota."
É assim que deveria ser, como se nada estivesse a acontecer, como se a lente simplesmente soubesse do que precisa antes de o notar.
Isso existe.
Os óculos de que se esquece
A PRIMAL faz a transição em menos de 20 segundos sob radiação UV direta, as condições em que mais importa. Não em 60. Não em 90. Menos de 20.
E é categoria 0 a 3, não 1 a 3, portanto, no seu estado mais claro, é quase transparente. Para quem sai às 6:30 no inverno ou termina a rota com pouca luz, isso não é um detalhe menor.
A principal queixa nos fóruns de ciclismo é o embaciamento. O design de ventilação da PRIMAL foi pensado especificamente para subidas exigentes: temperatura baixa, esforço alto, roupa subida. Melhor desempenho nessas condições do que a maioria do que encontrará nesta gama, e as avaliações confirmam-no.
O que dizem os que já os usam
"Muito leves, ótima visão panorâmica por não ter armação e muito bom comportamento fotocromático. Parece que não se está a usar óculos."
"Funciona muito bem e rápido a mudança cromática sob as diferentes intensidades de luz."
"Estou encantado, são muito confortáveis e protegem muito bem do vento. Adoro como mudam de cor, vou pedir outras."
"Parece que não se está a usar óculos."
É exatamente isso que o melhor equipamento deve fazer: desaparecer.
Envio gratuito para Portugal · Devolução gratuita 30 dias
Sem risco
O que os ciclistas que já usam os PRIMAL têm em comum não é que "gostam de óculos".
É que deixaram de pensar nos óculos.
Pô-los no sábado às 6:30. Sair ao amanhecer. Entrar no bosque. Sair para a clareira. Atravessar o colo com o sol de frente. Subir a serra a soprar como um javali. Descer técnico entre pinheiros.
E não ter pensado nos óculos uma única vez em quatro horas.
É isso que uns bons óculos fotocromáticos fazem. Não acrescentam nada. Eliminam um atrito que há anos se normaliza.
Ver os PRIMAL Fotocromáticos →Envio gratuito · Devolução 30 dias · Garantia 2 anos
0 comentários